Caso Neymar: Justiça rejeita denúncia contra Najila

Foram rejeitadas pela Justiça de São Paulo, as denúncias que o Ministério Público apresentou contra a modelo Najila Trindade, as quais envolviam denúncia caluniosa e extorsão no caso arquivado em que o jogador Neymar foi acusado de agressão e estupro. No entanto, foi aceita a denúncia contra a modelo e seu ex-marido, Estivens Alves, sobre fraude processual. Ambos teriam o prazo de até 10 dias para apresentar uma defesa ao processo que está na 31 ª Vara Criminal. A denúncia caluniosa refere ao caso em que Neymar teria praticado os crimes de estupro e violência contra a modelo, no entanto, Andrea Coppola Brião, juíza da 30ª Vara, não concordou, uma vez que não teria certeza se o jogador teria cometido os crimes, já que o caso foi arquivado por falta de prova.

Em relação à tentativa de extorsão, a modelo era acusada de coagir o pai de Neymar, em troca de não realizar a denúncia. Diante o erro do advogado pelo depoimento de Najila, José Edgard Bueno primeiro advogado do caso, decidiu se reunir com o pai do jogador para resolver o caso antes que a modelo levasse o mesmo à justiça, sendo a única alternativa oferecida o pagamento de um valor em dinheiro, mas a proposta foi rejeitada pelo pai de Neymar. De acordo com investigações realizadas, o caso foi arquivado por falta de provas que inocentasse ou comprovasse a realização do crime. Além disso, Najila e seu ex-marido dificultaram ainda mais as investigações em relação ao caso e o arrombamento que a mesma diz ter sido realizado em seu apartamento, quando as provas “teriam sido roubadas”. Caso fosse condenado, segundo advogado criminal Porto Alegre, a pena prevista para o jogador seria de 3 meses a 2 anos de detenção, além da multa a ser paga.

Segundo promotores, o caso não iria prosperar devido a fatos que fizeram outras denúncias serem rejeitadas. No entanto, a Juíza acolheu a solicitações do Ministério Público, as quais alegavam ser falsa a comunicação do crime denunciado, uma suposta ameaça que a modelo teria feito para um funcionário do prédio em que morava, que no seu segundo depoimento tinha admitido que não foi ameaçado por Najila. A modelo realizou denúncias que não poderia provar, tendo ao mesmo tempo acusações de calúnia sendo apresentadas contra ela, no entanto, ambos os lados saíram impunes, pois não tendo como concluir a investigação, não há como provar quem é inocente ou culpado.

 

 

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